segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Bom dia!

Nada como a paz de uma manhã de segunda-feira curtindo o vento frio do verão.
Talvez essa seja a frase com maiores contraditórios que eu já escrevi.

😉

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Como salvar suas fotos grátis no Google Fotos

Muita gente me pergunta como manter um backup de TODAS as suas fotos – as feitas com o celular e aquelas que armazenamos no computador. 

Há alternativas pagas, como o Google Drive por exemplo onde tu pode simplesmente manter uma cópia “nuvem” em seu tamanho original (em megapixels). Isso custa uns US$6,99 por mês para ter 100 Gigabytes de espaço para usar com fotos e qualquer outra coisa que queira armazenar lá. 

 Mas existe alguma alternativa grátis? Sim e mais uma vez ela vêm do Google mas dessa ves o Photos. Lá é possível armazenar qualquer imagem numa resolução de 2 Megapixels sem custo algum! E tu precisa de mais que 2 Megapixels? Vejamos...

Esta é uma imagem na resolução de 21 Megapixels:



E essa é a mesma na resolução de 2 Megapixels:


Notou diferença? Se não notou e achou que está bom, vamos adiante pois o que tu deseja é ter um backup de TODAS  as fotos que tu fizer, para olhar no celular ou no computador e eventualmente imprimir em 10x15cm essa alternativa te atenderá perfeitamente. 

Se tu fores um fotógrafo que salva imagens em formato RAW ou até um publicitário que vai usar as imagens para grandes ampliações sugiro pensar na forma paga de backup pois dai preservarás o tamanho original do arquivo.

Mas como fazer isso funcionar? Vamos ao passo a passo:

O que precisaremos?

Passo a Passo:


1.       Acesse sua conta do Google Fotos num computador com Windows: https://www.google.com/photos/about/?hl=pt-BR




2.       Instale no seu computador o aplicativo do Google Fotos que tu baixou em - https://photos.google.com/apps?hl=pt-BR


Comece por concordar e aguardar que o aplicativo se instale. 




Depois de concluída a instalação aparecerá no canto inferior direito da tela, perto do relógio, um ícone em forma de catavento. Se clicares nele aparecerá um menú. Clique em Configurações.



É importante deixar como na tela abaixo, selecionando a pasta em que tu guarda tuas fotos (neste caso "Minhas Imagens" e depois, no tamanho da foto, em Alta Qualidade. 


Se tiveres feito tudo certo ele começará a fazer o backup de todas as imagens que tiveres naquela pasta.










segunda-feira, 4 de julho de 2016

Review: "O Barão de Porto Alegre" - Nando Dibe

Buenos dias...

Escrevo pouco aqui mas não é por falta de vontade e sim de tempo. Mentira. É falta de vontade mesmo! O Facebook e o Twitter quase que suprem totalmente o que blogueiros "meia-boca" como eu, que não tem muito o que escrever, precisam. Mas algumas vezes tu precisa de mais espaço e este é o caso. 

Recebi em empréstimo o livro "O Barão de Porto Alegre" do meu amigo (e sogro) Nando Dibe. Desde já deixo claro - e vocês verão mais adiante - que a crítica não é parcial nem amena. Ela é a verdadeira como deve ser a relação de amigos. 



Quando fui devolver o livro o autor me perguntou o que achei e por ser, neste caso, mais fácil escrever do que falar resolvi fazer este post. 

O livro foi publicado no ano 2000 e o autor ganhou o prêmio de "Revelação em Narrativa Longa" do prêmio Açorianos de Literatura aqui no RS em 2001. Para conhecimento quem ganhou o prêmio de "Narrativa Longa" naquele ano foi o José Clemente Pozenato com sem livro "A Cocanha". Não é pouca coisa e desta forma resolvi experimentar. 

De cara o que me chama atenção é o estilo de escrita. Como explicar? Bem, o autor resolve fazer uma representação escrita do que é falado, sem se preocupar com a gramática ou com a correção daquilo que as personagens falam e que não está correto (pelo menos na nossa língua...rs). Em resumo ele escreve mais ou menos assim:

"Um dia contratei um gurí pra trabaiá na Santa Tecla. O Edegar. Loco de lindo... Mas como que me fresqueá com um empregado?".

Confesso que de início minha cabeça - acostumada mais com material histórico - ficou um pouco confusa e tinha que retornar algumas vezes ao texto lido para compreender, entretanto isso durou pouco tempo. Ao percorrer as 128 páginas do livro acabei me acostumando e compreendendo melhor o que o autor quis passar com este estilo de escrita. A "imersão" na história é maior quando tu "visualiza" a personagem falando daquela forma. Muito bacana...

Mas as peculiaridades do livro não param por aí. Quem lê narrativas está acostumado com a estrutura clássica de escrita que é com o uso de travessões. Mais ou menos como:

"Quando a criatura encantada lhe disse que ele teria direito a apenas um único desejo, ele, muito esperto, soube instantaneamente o que pediria.

— Se é assim, quero ter o dom de poder realizar todos os meus desejos, bastando para isso apontar apenas o meu dedo.

— Que assim seja, mestre! — disse a criatura com um sorriso irônico." 

Bem, a narrativa do Nando Dibe não é assim. Ela é o que eu chamaria de "plano-sequencia em texto". Ele começa os capítulos com uma narrativa sem travessões e sempre seguindo "uma linha reta". Abaixo um exemplo: 


Mais uma vez, num primeiro olhar, parece muito estranho. De fato se juntarmos o estilo de escrita à escrita "fonética" propriamente dita fica bastante complicada a leitura... nas primeiras 15 ou 20 páginas. Depois de imergir na história do Barão tu já está "vendo" as personagens, os locais e a vida meio "Bukoski" retratada no livro. Depois da impressão inicial - que é a que temos naturalmente sobre algo diferente - tudo fica suave e a leitura flui numa boa. 

A história tem como figura central o "Barão" que leva uma vida meio "como se não houvesse amanhã". Vive suas histórias por uma Porto Alegre marginal, suja e nublada junto de Belinda, Higino, Padre Osvaldo, Carlito e outros. Aliás, quem é de Porto Alegre se identificará com a narrativa, inclusive ao descrever alguns lugares como a rua Botafogo - perto da minha casa - onde morava o Higino. Ops! Alerta de "spoiler"...heheheh.

O Nando Dibe, com seu "Barão de Porto Alegre" não perde em nada para um Bukoski descrevendo suas personagens. É tão obsceno, tão imoral e sem censura que a comparação é inevitável. A descrição abaixo (editada por mim aqui nesta reprodução), extraída da Wikipedia no verbete do Bukowski descreve em grande parte o estilo de Dibe - que jura nunca ter lido o "Velho Safado" antes. Ora, se eu acreditasse em algo astral diria que os dois - ele e Charles - estão tão ligados que além de todas as coincidências na escrita ambos tem o apelido de "velho safado" (embora eu ache que só o Bukoski sabia do apelido...heheheh):

"Dono de um estilo de carácter extremante autobiográfico... sonhou a vida inteira em ser reconhecido pelo seu trabalho como escritor. De estilo agressivo e inconformado e, na maioria das vezes, ébrio, sentava em sua máquina de escrever e, com uma sutileza surpreendente, deixava fluir seus pensamentos sem censura alguma. Vivia em um mundo atormentado e distorcido, totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade de sua época. Sua falta de discrição era tão grande, que durante toda vida teve de lidar com a quebra de laços de amizade. Repulsa, nojo, ódio, amor, paixão e melancolia. Esses são alguns dos sentimentos que mais inspiraram Charles Bukowski, que passou a vida nos becos dos Estados Unidos, na composição de toda sua obra. Cada poesia, cada romance e cada conto do escritor traz um pouco da vida do "Velho Safado", como ficou conhecido no mundo inteiro."

Enfim, se tivesse de dar uma nota a este livro, levando todos os fatores em consideração daria um 8+ já que ele é inovador em muito da sua narrativa e forma de contar sua história. As personagens são bem representadas e com detalhes que muitas vezes escapam do autor "comum" pelo pudor em tratar da vida privada. Faltou algo? Sim. 

Conhecendo pessoalmente o autor diria que ilustrações feitas por ele mesmo cairiam muito bem nesta obra. Adoraria ver a cidade retratada por ele como faz nas suas ilustrações em lápis pastel.  

É uma pena o livro estar atualmente fora de catálogo mas sei que o autor está atualmente em tratativas para o relançar em formato digital eBook. Aguardem!






segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Fica aqui a minha homenagem...

Tangos & Tragédias
1984 - 2014

Destes eu devo ter assistido umas 7 ou mais vezes.

Fica a lembrança das boas risadas e da versão de "Ébrio", do Vicente Celestino que era a parte que eu mais gostava.

sábado, 1 de junho de 2013

Desta vez são os chás!

Eu sou um cara com alguns hábitos dos quais não abro mão: o bom e companheiro chimarrão, com a erva mate lá da Silvana e Ari, é um ótimo exemplo. Bebo todos os dias, pelo menos duas vezes, uma de manhã e outra à tarde. Bem, mas sobre isso já escrevi outro post.


Sou apreciador de charutos também. É certo que se trata mesmo de um hábito esporádico, mas eles andam sempre comigo aguardando uma boa oportunidade pra parar e pensar um pouco na vida sentindo aquele cheirinho de tabaco puro... Odeio cigarro, mas o perfume de um bom charuto me remete coisas boas, talvez da minha infância quando meu avô Félix Pasin preparava seu palheiro, que só quem já esteve perto de um sabe o quão bom é o perfume. Um dia escrevo aqui sobre os charutos "Don Diego", da Rep. Dominicana, que são os meus preferidos.


Hoje resolvi escrever um pouco sobre o meu hábito mais simples: o consumo de chá. Eu sempre gostei de chá, mas confesso que foi depois de começar a trabalhar na Huawei, uma companhia Chinesa e - obviamente - cheia de chineses (rsrsrs), que este hábito tomou mais força. Isso pois ao olhar para todos os lados se vê chineses com suas garrafas de chá como estas abaixo. É uma garrafa individual onde colocas o chá à granel e depois acrescenta água quente. Eles bebem isso o dia todo!


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Tão interessante quanto esta garrafa, que nada mais é do que uma imitação chinesa da gaúcha "Matchê" (rsrsrs) a qual já tive uma, é o chá que eles tomam.


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Nada de camomila, boldo ou cidreira. Eles tomam basicamente dois tipos de chá: o "OOLONG" e o "PU-EHR", cada um com uma característica interessante.


O chá OOLONG, segundo a Wikipedia "é um chá chinês tradicional, situado entre o chá verde e o chá preto em termos de oxidação.


Na cultura do chá chinesa, os chás oolong semi-oxidados são coletivamente conhecidos como qīngchá (青茶, chá verde azulado).2 Oolong possui um sabor mais próximo ao chá verde do que ao chá preto: ele não possui o aroma róseo adocicado do chá preto mas por outro lado ele também não possui as notas vegetais marcantes típicas do chá verde. Ele é em geral preparado forte, com o amargo deixando um resquício de sabor adocicado. Várias das sub-variedades de oolong, incluindo as produzidas nas Montanhas Wuyi na parte norte da Província de Fujian e nas montanhas centrais deTaiwan, estão entre os mais famosos chás chineses.


As folhas de oolong são processadas de duas formas diferentes. Em alguns chás são enroladas em longas folhas curvas, ao passo que em outros elas são comprimidas numa forma esférica semelhante ao chá pólvora.1 O primeiro método de processamento é o mais antigo."



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Já o chá PU-EHR é descrito também pela Wikipedia como "um Chá "pós-fermentado" (envelhecido) cujo nome vem do condado de Pu'er em Yunnan, na China.


Ao contrário da maioria dos chás, ele é tradicionalmente compactado e envelhecido por pelo menos alguns anos antes de ser consumido, sofrendo uma pós-fermentação que lhe dá um sabor mineral característico. Por esse motivo, ele também é classificado, assim como é feito com vinhos, por seu ano de produção, chegando os Pu-erh mais antigos a custar verdadeiras fortunas.


Note-se que se denomina por Pu-erh o chá proveniente do condado de Pu'er. Também existe Pu-erh verde, mas sendo um chá verde comum. O que é particular na produção de chá deste condado é o hábito de prensar e envelhecer o chá de maneira controlada de modo a gerar uma pós-fermentação. Este chá também pode ser consumido antes de ser envelhecido, como chá verde, mas o Pu-erh mais valorizado é o envelhecido. Por outro lado, métodos modernos permitem obter um efeito semelhante ao envelhecimento em relativamente pouco tempo, o que permite a existência de chá Pu-erh dito "cozinhado" em folhas soltas e até em saquinhos.


O Pu-erh é considerado um chá medicinal e, na cultura popular cantonesa, em que também é conhecido por po-lay, bo-lay e bo-nay, é consumido emdim sums, por acreditarem que ele ajuda na digestão."


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Já pude experimentar os dois e não tem como dizer qual é melhor. São chás fortes para o nosso padrão, mas produzem um efeito bem interessante. Eu percebi um ganho na disposição, concentração, etc. Recomendo aos que puderem que o experimentem.


Uma dica é tentar comprar estes chás em casas especializadas ou até em restaurantes chineses. Eles sempre tem! Comprem à granel e não no formato de saquinhos que tanto conhecemos. É só colocar uma colher pequena de chá e adicionar água quente numa xícara. Aguarde até as folhas que estão no topo da água descerem para o fundo e mande brasa!


Bem, eu tenho acesso a estes chás por estar no meio de um povo que os consome muito, porém tem uma maneira mais fácil e prática de se tornar um consumidor rotineiro de chás: comprando no supermercado. Perceba que lá estarás, na maioria das vezes, diante do melhor e do pior no que tange esse assunto. Podes comprar aquele chazinho que quase não tem gosto ou optar pelas duas melhores produtoras de chá do mundo, na minha opinião: Twinings e Celestial.


Vamos começar pela Celestial Seasonings.


A Celestial é uma empresa americana, situada no estado do Colorado, tida como a maior fabricante americana de chá, responsável por servir 1,6 bilhões de xícaras de chá por ano. Usa mais ou menos 100 ingredientes proveninetes de 35 países.


Aqui no Brasil e especificamente no Rio Grande do Sul, vamos encontrar basicamente três tipos de chá da Celestial:


Mandarin Orange Spice, que é um chá de tangerina com especiarias tipo cravo e canela.


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Sleepy Time é aquele chazinho bom de tomar antes de dormir. Composto de Camomila do Egito, hortelã do nordeste do pacífico e capim-santo da Guatemala.


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Tension Tamer é uma "bomba" composta de Ginseng, Hortelã, Camomila, Capim-limão, Erva de Gato, Tilia, Lupulo, Canela, Gengibre e Alcaçuz!!!


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Todos custam na faixa dos R$7,00 a caixa com 10 saquinhos. Recomendo!


Mas e o que dizer da Twinings? Na minha opinião esta sim é a melhor opção! Twinings of London é uma marca de chá inglesa. Fundada em 1706, ela foi incorporada à Associated British Foods em 1964 e que achamos em quase qualquer bom supermercado aqui no Brasil. Mas isso qualquer busca no Google pode te dizer. Quero é falar sobre os meus preferidos:


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O chá que tem um dos sabores mais marcantes é o de chá verde com hortelã. Só experimentando pra saber.


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Na mesma onda, temos o de hortelã pura. E é pura mesmo! Só o perfume dele já satisfaz!


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Quer um bom chá pra acompanhar uma sobremesa? Este é o ideal. é uma composição de Chá Preto (Camellia Sinensis) e frutos desidratados, Cereja, Groselha, Framboesa e Morango.


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Está nervoso? Na mesma linha do Tensio Tamer da Celestial, este é o mix que a Twinings propõe para acalmar os ânimos: Chá misto de Hibisco, Cascas de Laranja, Manga, Folhas de Amora, Maçã, Rosa Mosqueta, Canela e Raíz de Alcaçuz.


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Este é o preferido de muitos e meu preferido para o inverno. Sua composição tem limão e gengibre, o que dá um toque picante bem legal.


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E, nas minhas opções, seguem os dois verdadeiros chás ingleses:


O English Breakfast que é de puro chá preto e o Earl Grey que além de chá preto tem bergamota na sua composição.


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Os chás Twinings são encontrados por um valor que pode ir de R$8,00 a R$25,00. Depende do lugar e do chá. Todos vêm com 25 saquinhos e são minha escolha diária.


Enfim, espero que experimentem e gostem!