domingo, 23 de março de 2008

Lembranças de um feriado...


Na sexta-feira, 21/03 meu dia começou cedinho.
Saí do hotel e fui tentar um vôo mais cedo para Porto Alegre porém não consegui.

Saí de SP às 10:40h e cheguei em POA ao meio-dia. Peguei um taxi efui direto pra casa, onde uns 20 amigos esperavam para uma churrascada. Aliás, se não fosse o "assador-mor", o especialista em gauchísmo, Daniel Vieira, nossa festinha tinha ido pro saco. Ou pelo menos adiada para a noite.



Cheguei! E quando cheguei ví que a situação estava absolutamente sob controle....rsrsrsrs.



Aconteceram alguns desentendimentos, mas se resolveram de modo pacífico....





Depois disso consegui relaxar e aproveitar um pouco o churrasco. Creio que tenha sido uma justa recompensa por nosso esforço conjunto.

Valêu meu irmão Daniel, Tati e especialmente a Lú que administrou bem a "crise" sozinha, até eu chegar....



Abração !
Tomi

sexta-feira, 21 de março de 2008

Como eu tinha dito...

...a parte boa do meu trabalho é justamente o fato da incerteza, da "inesperabilidade" das situações. Monótono é a única coisa que não pode ser chamado.

Pois, bem, cá estou eu no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, amargando uma das maiores esperas por avião que já suportei - aquela quando temos um compromisso. Mas não um simples compromisso de trabalho e sim com a família. Mas não só com a familia. Com os amigos também! E o pior de tudo: com hora marcada !!!!

Como diz aquele filósofo italiano, "o que não tem remédio, remediado está"...


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O hotel San Juan, em SP é bem agradável. Um destaque está para o Cheese Salada com batatas fritas que é um verdadeiro "X-Salada"! Muito grande e gostoso.
O serviço do hotel é primoroso e amigavel. Recomendo totalmente.
Infelizmente não posso recomendar da mesma forma a cidade de São Paulo. Não a cidade em sí, com sua população, etc, mas a estrutura dela, que está sobrecarregada.
Andei de metrô nos dois dias em que estive aqui e digo que está impossível o fazer sem ter de passar pos situações complicadas, como chegar a um ponto onde a multidão ( e não é uma hipérbole) o leva sem que tu tenhas de caminhar. Esperar trens lotados, cheios até a boca, digo, a porta e estações obscuras. O ar viciado do interior das estações é um pânico que o passageiro recebe de bônus pela viagem. É muita gente!!! Quando subimos as escadas na direção da superfície o ar fresco e novo adentra nossos pulmões como um antídoto a todo o veneno inalado nos minutos que ficamos submersos.

Como reza aquele filósofo do Vêneto, "ruim com ele (metrô), pior sem ele"...


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Estou voltando pra casa num feriado, aeroporto lotado, mala na mão, laptop na outra... Isso está me lembrando os tempos em que viajava mais. Inclusive o aperto no peito que me dá quando sou defrontado com minha vida profissional e a pessoal.
Resolví que daria prioridade à minha familia e fico menos triste por entender que tenho conseguido fazer isso, mas no meu trabalho é inevitável esse confronto e nem sempre é possível ganhar.



Estou chegando.....
--  Abraço,   Tomi Pasin Rocha  

quinta-feira, 20 de março de 2008

Se Existe uma prova de que...

...Deus me ama, aliás, uma das milhares, é o fato dele não me fazer morar em SP...

Não estou inspirado para escrever. Chegarei atrasado em POA e isso está me irritando.

Amanhã escrevo. Ou não...


--  Abraço,   Tomi Pasin Rocha  

quarta-feira, 19 de março de 2008

Dia 1

Espero que nessa história tenhamos só 2 dias.

São 07:35h e já estou saindo.



--  Abraço,   Tomi Pasin Rocha  

Cheguei...

...no hotel.

São 02:15h e preciso descansar. Amanhã o dia será curto....



--  Abraço,   Tomi Pasin Rocha